Se tem uma coisa que a vida gosta de fazer é pregar peças. É o pneu que fura, o dente que quebra, o conserto da casa que surge do nada. E é nessas horas que a gente descobre a importância de ter um 'colchão' financeiro: a famosa reserva de emergência.
O que é, afinal?
Não é dinheiro pra trocar de carro ou viajar, tá? A reserva de emergência é aquele valor que fica guardado pra te salvar quando o inesperado acontece. É o que te dá paz de espírito pra não precisar pegar empréstimo com juros abusivos na primeira dificuldade.
Quanto eu preciso guardar?
A regra de ouro é ter o equivalente a, pelo menos, 6 meses do seu custo de vida. Parece muito? Comece devagar. O objetivo inicial é ter o valor de um mês. Depois, você vai aumentando. O importante é a constância.
Onde deixar esse dinheiro?
Esquece bolsa de valores ou investimentos arriscados aqui. Esse dinheiro precisa de duas coisas: segurança e liquidez (poder sacar rápido). Contas digitais com rendimento automático ou Tesouro Selic são ótimas opções, porque rendem um pouquinho todo dia e você saca quando precisa.
Dica do Wolf:
Não espere 'sobrar' dinheiro no fim do mês, porque a gente sabe que nunca sobra. Trate a sua reserva como uma conta obrigatória, tipo a luz ou o aluguel. Guarde o valor assim que o salário cair.
E você, já começou a montar a sua reserva ou ainda tá na fase do 'se acontecer, eu vejo depois'?
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